27 de fev de 2018

MODERNIDADE EM DESALINHO


A Paco Editorial está lançando o livro do professor Rogério Souza Silva, que atua na Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e é doutor em história pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). O título obra é Modernidade em desalinho: costumes, cotidiano e linguagens na obra humorística de Raul Pederneiras (1898-1936). Raul foi um dos maiores caricaturistas brasileiros do início do século XX e atuou em jornais e revistas cariocas durante décadas.

Escreveu o autor Rogério Souza Silva:
"Enfim, o livro está lançado. Quero agradecer muita a Heloísa de Faria Cruz e Silvia Capanema. Duas historiadoras que me apoiaram, inspiraram com ideias, críticas e estímulos.
Os anos do doutorado na PUC-SP estão entre os melhores da minha vida. Adorei fazer esse trabalho. Foi uma aventura!!! Quero outra igual!"

https://www.youtube.com/watch?v=Uik7QrKBI-o&t=2s

Aqui, mais detalhes do livro:

AS COLUNAS QUADRINHÍSTICAS DE LUIS ANTONIO SAMPAIO
















Enviado por João Antonio Buhrer de Almeida:
"Nas revistas Mestres do Terror e Calafrio havia uma seção de história da histórias em quadrinhos. Era escrita por um mestre, um dos grandes especialistas no gênero.: Luis Antônio Sampaio. Ele está vivo, e é de Campinas.
Em 1970 Sampaio foi um dos pioneiros em fazer eventos de quadrinhos, produziu um que ficou histórico. Este fato é pouco conhecido."

OS ARQUIVOS INCRÍVEIS DO JOÃO ANTONIO

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26 de fev de 2018

BALAIO DE UM DIA MEIO CLAUDICANTE










Os Arquivos Incríveis do João Antonio escolheu para encher este balaio gráfico, para animar um pouco mais este dia, que não se afirma:
1) Capa de disco do Rolling Stones de 1967, usando na contracapa uma história em quadrinhos, não lá muito boa, mas quadrinhos. A música e os quadrinhos sempre tiveram relações não muito harmoniosas com hqs. Raro ver uma boa fusão, mas há sim algumas, e estes arquivos ver por outra os mostra; 
2) Capa de Rodolfo para álbum de Mário Reis, interpretando músicas de Sinhô, dos anos 1950, em 78 rpm. Trata-se de um álbum conceitual, no sentido que as seis canções destes três discos trazem em sim uma idéia, que era colocar Mário Reis para interpretar seu contemporâneo Sinhô à luz dos anos 1950. Com o luxo de uma boa capa, caricatura do Álvarus ornamentando a apresentação de um critico importante, arranjos de Radamés...
3) Dois papeizinhos achados dentro de um livro de desenho;
4) Capa de Poty? Eu acredito que sim, pois o artista paranaense ilustrou alguns livros para esta série de teatro da Civilização Brasileira, e o estilo é o dele, porém não há crédito ou assinatura. 

ÓPERA MODINHA, UM LIBRETTO DO EQUIPE

















"Acho que os amigos já se acostumaram com estes arquivos. Que ao mesmo tempo que trazem à tona textos inacabados e raros de José de Alencar, mostram  histórias em quadrinhos eróticas e agora um libreto de uma ópera. Espetáculo levado na década de 1970 no Colégio Equipe, em S.Paulo. Famoso e avançado escola, que teve como alunos muitos artistas de importância pro nosso país. Entre eles : Cacá Rosset, Arnaldo Antunes e Nuno Ramos. Pelo que posso deduzir uma das autoras da ópera é BIA ABRAMO, jornalista da F S Paulo."

OS INCRÍVEIS ARQUIVOS de João Antonio
(que  não trabalha em equipe, isto aqui é obra de um homem só)

25 de fev de 2018

AS CHARGES DE RAUL PEDERNEIRAS EM LIVRO


A Paco Editorial está lançando o livro do professor Rogério Souza Silva, que atua na Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e é doutor em história pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). O título obra é Modernidade em desalinho: costumes, cotidiano e linguagens na obra humorística de Raul Pederneiras (1898-1936). Raul foi um dos maiores caricaturistas brasileiros do início do século XX e atuou em jornais e revistas cariocas durante décadas.

Modernidade em desalinho: costumes, cotidiano e linguagens na obra humorística de Raul Pederneiras (1898-1936)

Sinopse:
Raul Pederneiras foi identificado como um dos principais nomes brasileiros da caricatura e das artes gráficas que lhe são próximas, incluindo os quadrinhos. O rigoroso trabalho de Rogério Souza Silva acompanha exaustivamente o percurso do autor. Ao invés de um nome secundário num campo artístico considerado inferior, o que se vê nestas páginas é um multi-artista, que contribuiu largamente para a modernidade do traço caricatural entre nós. Pederneiras soube destacar-se na imprensa carioca pela ousada síntese do traço, inaugurando uma modernidade (problematizada, “em desalinho”, como o título desta obra salienta tão bem) brasileira no gênero que o diferenciava tanto do teor clássico de antecessores, caso de Angelo Agostini, quanto do viés mais descritivo ou virtuosístico do traço de seus talentosos companheiros de geração. Rogério desenvolve seu trabalho com grande competência e informação, tanto documental quanto teórica, mais brilho expositivo e analítico, convidando o leitor a pensar sobre sutis nuances de um intelectual e artista de incontáveis faces. (Marcos Silva, FFLCH-USP)
Sumário:
Capítulo 1: Raul Pederneiras e as Ruas que Levam à Modernidade; Capítulo 2: Uno e Múltiplo: Raul Pederneiras e Todas as suas “Artes”; Capítulo 3: Raul Pederneiras e os Costumes Políticos; Capítulo 4: O Tempo dos Costumes e o Tempo da Modernidade.
Características
ISBN: 9788546207497
Autor: Rogério Souza Silva
Editora: Paco Editorial
Edição: 1ª Edição
Área: História
Idioma: Português
Ano de Publicação: 2018
Número de Páginas: 592
Acabamento: Brochura 
Formato: 16x23cm
Pedidos pelo site:

Escreveu o autor Rogério Souza Silva:
"Enfim, o livro está lançado. Quero agradecer muita a Heloísa de Faria Cruz e Silvia Capanema. Duas historiadoras que me apoiaram, inspiraram com ideias, críticas e estímulos.
Os anos do doutorado na PUC-SP estão entre os melhores da minha vida. Adorei fazer esse trabalho. Foi uma aventura!!! Quero outra igual!"
Video de lançamento de Modernidade em Desalinho

https://www.youtube.com/watch?v=Uik7QrKBI-o&t=2s
A AQC está curiosíssima para conhecer este trabalho.

Oficina Gratuita de Histórias em Quadrinhos com Fernando dos Santos



Para participar basta se cadastrar aqui

2 de fev de 2018

NOSSO CONVIDADO INTERNACIONAL

Rolou uma pergunta aqui em nossa página: "Por que não comemoramos o Dia do Quadrinho Nacional em 30 de janeiro (data da primeira publicação de Nhô Quim) e porque temos um convidado internacional?"
- Porque tem ano que 30/01 cai numa segunda, terça ou quarta (dias que impediriam muitos de participarem do evento), sempre escolhemos o sábado mais próximo, de acordo com o calendário do Memorial da América Latina.
- O Memorial pede que os eventos que aconteçam lá, tenham uma conexão com o resto da América Latina, da qual fazemos parte. A única exceção foi Jeremie Nsinge (do Congo africano) que já viria ao Brasil e assim, unimos o útil ao agradável: uma expo Brasil-África. No ano seguinte tivemos o prazer de receber o paraguaio Roberto Goiriz e ano passado, o argentino César Carrizo. E agora, o uruguaio Diego Jourdan Pereira, cujo trabalho e biografia podem ser admirados no site holandês Lambiek.

https://www.lambiek.net/artists/j/jourdan_diego.htm

EXPOSIÇÃO DAS OBRAS DO GRANDE SORTEIO DE ORIGINAIS E PRINTS DA AQC

Ano passado sorteamos vários originais e "prints" de artistas como Alexandre Jubran, Álvaro Costa, Bira Dantas, Cariello, Eduardo Vetillo, Fabiano Carriero, Fernando dos Santos, Gazy Andraus, Gonzalo Cárcamo, Marcos Venceslau, Mario Cau, Nivaldo Wesley, Paulo Batista, Thobias e ainda dezenas de fanzines CAPA (Gualberto Costa), 50 Anos do Nicodemo (Bia Kassar) e catálogos da expo de J.Carlos no Centro Cultural dos Correios (Neusa Costa), que foram entregues junto com os números do sorteio. Isso ajudou a bancar uma boa parte dos custos da festa. Foi muito legal.

Este ano resolvemos expor os trabalhos antes do sorteio. Agradecemos imensamente à Escola Pandora (Campinas) que mobilizou seus professores e recheou nosso sorteio. Agradecemos ao premiado Mario Cau que nos brindou com várias impressões. Os sorteados ficarão muito contentes!

Nossos colaboradores, até agora são Mario Cau, Vitor Gorino, Flavia Tonelli, Murilo Braga, Caio Yo, Bira Dantas, Claudia Carezzato, Thais Green, Álvaro Costa, Marcos Venceslau e Fernando dos Santos! Quem levar originais ou prints na hora do evento pode deixar com Álvaro Costa e lembrar de tirar uma foto pra colocar na exposição virtual deste ano, que vai contar também com livros de arte e sketchbooks doados.